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Tears For Fears

Tears For Fears

Tears For Fears

Tears For Fears: Os Arquitetos do Pop Psicodélico dos Anos 80

Com letras profundas, sintetizadores atmosféricos e uma fusão única de new wave, rock e psicodelia, o Tears For Fears se tornou uma das bandas mais inovadoras dos anos 1980. Donos de hinos como “Everybody Wants to Rule the World”“Shout” e “Mad World”, eles venderam mais de 30 milhões de discos e influenciaram gerações de artistas.


Início da Carreira / Trajetória

Formado em 1981, em Bath (Inglaterra), por Roland Orzabal e Curt Smith, o duo surgiu de um interesse comum em psicologia e música experimental. O nome veio da terapia primal de Arthur Janov, que inspirou seu som introspectivo.

  • 1983: Estreia com “The Hurting”, um álbum conceitual sobre angústia adolescente, incluindo “Mad World” (mais tarde regravada por Gary Jules para “Donnie Darko”).

  • 1985: Explodiram globalmente com “Songs from the Big Chair”, um dos álbuns mais vendidos da década.


Era de Ouro (1983–1989)

O Tears For Fears redefiniu o pop-rock com:

💿 “Songs from the Big Chair” (1985)

  • “Everybody Wants to Rule the World” (#1 nos EUA, hino atemporal)

  • “Shout” (canção de protesto com batida dançante)

  • “Head Over Heels” (balada psicodélica)

🎤 “The Seeds of Love” (1989)

  • “Sowing the Seeds of Love” (tributo aos Beatles)

  • “Woman in Chains” (com Oleta Adams)


Estilo Musical e Influência

O Tears For Fears é conhecido por:
🎹 Sintetizadores densos e letras existenciais – Uma combinação de pop e profundidade.
🎤 Vozes complementares – Orzabal (intensa) e Smith (suave).
🌍 Produção inovadora – Usando estúdios como laboratórios sonoros.

Influenciou Radiohead, The Weeknd, Coldplay e até Kanye West (que sampleou “Memories Fade”).


Status Atual / Curiosidades

  • Ainda em atividade, com álbuns como “The Tipping Point” (2022).

  • “Mad World” ganhou nova vida em 2001 com a versão de Gary Jules.

  • Curiosidade: Quase se separaram nos anos 90 por diferenças criativas.

  • Prêmios: 2 BRIT Awards e indicações ao Grammy.

O Tears For Fears provou que o pop pode ser inteligente e emocional – e seu legado ainda ecoa como um “Shout” no vazio. 🎤🌌